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A atualidade da moda by AMANA

As malas icónicas que as influenciadoras adoram

2 de novembro de 2026Por Julia Jimenez6 min de leitura
Les sacs iconiques que les influenceuses adorent

Da Gucci à Chanel, passando pela Louis Vuitton, Fendi e Balenciaga, há malas que não são simples acessórios. Contam uma época, encarnam um estilo e continuam a inspirar as it-girls.

Há tendências que desaparecem tão depressa como surgiram, e depois há aquelas malas que se reconhecem ao primeiro olhar. Ao braço de uma celebridade, vistas num arquivo de moda ou descobertas no guarda-roupa de uma influenciadora, têm aquele pequeno não sei quê que as torna intemporais.

Recordamos dez modelos emblemáticos que merecem um lugar no nosso guarda-roupa.

A City da Balenciaga: o ícone do estilo effortless

A City da Balenciaga usada por @abrilru_

usada por @abrilru_

No início dos anos 2000, a mala City da Balenciaga impõe-se como um dos acessórios mais desejados do mundo da moda. Com a sua pele macia, as fivelas metálicas, os fechos de correr e o ar ligeiramente rock, rompe com a imagem tradicional da mala de luxo demasiado comportada.

A sua força reside na aparente descontração. Fica tão bem com umas calças de ganga e um blazer como com um visual mais sofisticado. Adotada pelas celebridades, encarna o chique parisiense sem esforço.

Porque é que a adoramos? Pelo seu carácter, pela pele viva e pela capacidade de dar relevo imediato a um visual.

A Fendi Baguette: a mala que marcou toda uma geração

A Fendi Baguette usada por @miriammelen

usada por @miriammelen

Lançada em 1997 sob a direção criativa de Silvia Venturini Fendi, a icónica mala de mão da casa Fendi tornou-se rapidamente um fenómeno cultural. O nome refere-se à forma como se leva uma baguete de pão debaixo do braço: uma ideia simples que se tornou assinatura.

A sua versão em tela castanha com o motivo FF encarna na perfeição o espírito vintage dos anos 90 e 2000. Dá um toque retro aos visuais contemporâneos.

O seu estatuto de culto reforçou-se sobretudo graças à série Sex and the City, em que Carrie Bradshaw faz dela um verdadeiro objeto de desejo.

Porque é que a adoramos? Pelo formato compacto, pelo logótipo emblemático e pelo ar retro que continua a resultar tão bem hoje.

A Jackie em pele da Gucci: a elegância sem esforço

A Jackie em pele da Gucci usada por @fabiennehekman

usada por @fabiennehekman

Nascida nos anos 60, deve o nome a Jackie Kennedy, fotografada com frequência com este modelo. O característico fecho de pistão e a forma curva fizeram dela um dos grandes clássicos da casa italiana.

Em pele, revela uma elegância particularmente fácil de usar. Nem demasiado rígida nem demasiado descontraída, fica tão bem com um casaco comprido como com uma camisa branca e umas calças bem cortadas.

A Jackie lembra que o verdadeiro luxo nem sempre precisa de logótipos imponentes: por vezes, basta uma silhueta.

Porque é que a adoramos? Pela elegância discreta, pela forma intemporal e pela versatilidade da manhã à noite.

A Jackie em tela da Gucci: o charme do vintage italiano

A Jackie em tela da Gucci usada por @florettenacer

usada por @florettenacer

A Jackie em tela GG revisita um clássico da marroquinaria italiana com um ar mais descontraído. O motivo monograma dá à mala uma dimensão gráfica, enquanto a silhueta arredondada mantém toda a sua elegância.

É o género de peça que parece saída diretamente de uma fotografia de street style dos anos 2000. Combinada com umas calças de ganga crua, um casaco de pele ou um vestido minimalista, dá de imediato um toque vintage assumido.

Porque é que a adoramos? Pelo equilíbrio entre a herança de uma casa de luxo e o espírito casual, ideal para o guarda-roupa do dia a dia.

A Bamboo Ring da Gucci: a arte de se distinguir

A Bamboo Ring da Gucci usada por @manontondt

usada por @manontondt

Na Gucci, o bambu é muito mais do que um pormenor decorativo. A casa italiana introdu-lo nas suas criações logo em 1947, dando origem a uma das suas assinaturas mais reconhecíveis. A Bamboo Ring insere-se nesta herança, pondo em destaque um pormenor da pega inspirado nesse universo.

Combinado com a tela, este tipo de mala junta material têxtil, pormenores distintivos e uma elegância singular. Destina-se a quem gosta de acessórios menos previsíveis, capazes de dar identidade a um visual sem exageros.

Porque é que a adoramos? Pelo pormenor original, pela inspiração no património e pelo charme menos convencional.

A Bardot da Gucci: um ar retro e feminino

A Bardot da Gucci usada por @carlotazardoya

usada por @carlotazardoya

Com o seu nome evocador, a mala Bardot remete para uma feminilidade livre, inspirada no imaginário da moda dos anos 60 e 70. Insere-se nessa estética em que as malas de ombro, os materiais macios e as linhas ligeiramente arredondadas ocupam um lugar central.

Num guarda-roupa contemporâneo, um modelo vintage desta família presta-se particularmente bem a combinações contrastantes: ganga, malha fina, óculos oversize e joias douradas.

Porque é que a adoramos? Pelo espírito retro, pela feminilidade e pela capacidade de dar um toque de moda a um visual simples.

A Speedy 30 Louis Vuitton: o clássico que não envelhece

A Speedy 30 Louis Vuitton usada por @annaescassut

usada por @annaescassut

Criada nos anos 30 no universo das bagagens de viagem da casa, a Speedy tornou-se um essencial da marroquinaria. A versão 30 seduz pelo formato generoso, pela tela e pelas pegas arredondadas em pele natural.

O seu sucesso assenta numa fórmula quase perfeita: uma mala prática, imediatamente reconhecível e suficientemente maleável para se adaptar a diferentes estilos. Atravessa as estações sem perder o encanto, do visual casual ao guarda-roupa mais clássico.

Porque é que a adoramos? Pela história ligada às viagens, pelo formato versátil e pelo estatuto de ícone da casa Louis Vuitton.

A Papillon Louis Vuitton: a pequena mala cilíndrica que muda tudo

A Papillon Louis Vuitton usada por @lyloojamelin

usada por @lyloojamelin

Com a sua forma cilíndrica e as alças duplas, a Papillon distingue-se de imediato das malas tradicionais. O seu design, lançado nos anos 60, revela a vontade da Louis Vuitton de propor acessórios ao mesmo tempo funcionais e reconhecíveis.

Tem aquele charme retro que seduz os amantes de peças vintage. Usada com uma silhueta depurada, torna-se o pormenor forte do visual; combinada com roupas inspiradas nos anos 2000, joga plenamente a carta da nostalgia.

Porque é que a adoramos? Pela silhueta singular, pelo formato prático e pela estética vintage assumida.

A Timeless em nylon Chanel: quando o luxo encontra a descontração

A Timeless em nylon Chanel usada por @ireneestelrich

usada por @ireneestelrich

A Chanel é célebre pelas suas malas acolchoadas em pele, mas as criações em nylon ocupam um lugar à parte na história da casa. Ilustram outra faceta do luxo: mais leve, mais desportiva e decididamente adaptada ao dia a dia.

O nylon traz uma textura diferente e um ar menos formal, enquanto os pormenores emblemáticos da casa mantêm o seu poder de atração. É uma alternativa interessante para quem adora a Chanel, mas procura uma mala de estilo menos convencional.

Porque é que a adoramos? Pelo contraste entre o universo couture da Chanel e um material mais descontraído.

A mala Prada em tela: o minimalismo que faz a diferença

A mala Prada em tela usada por @annaescassut

usada por @annaescassut

No universo da Prada, os materiais técnicos ocupam um lugar essencial. A partir do final dos anos 70, Miuccia Prada contribui para renovar a imagem do luxo ao fazer do nylon um material central das suas criações. Esta abordagem, contra a corrente dos códigos tradicionais, torna-se uma das assinaturas da casa.

As malas em tela e os modelos têxteis vintage seduzem pela sobriedade, pelo lado funcional e pela estética quase utilitária. Combinam na perfeição com um guarda-roupa minimalista, mas também podem dar um toque inesperado a um visual mais formal.

Porque é que a adoramos? Pelo design depurado, pelo espírito moderno e por aquela elegância discreta que não precisa de exagerar.

O vintage, muito mais do que uma tendência!

Se estas malas continuam a fascinar, é porque ultrapassam a sua simples função de acessório. Cada uma carrega uma história, um saber-fazer e uma estética próprios. Adotá-las é também escolher uma peça com identidade, capaz de viver para lá de uma única estação.

O mais interessante? Não é preciso seguir cada nova tendência para ter estilo. Uma Jackie em pele, uma Baguette em tela ou uma Speedy 30 podem tornar-se a peça central de um guarda-roupa, ano após ano.

O nosso conselho: escolha a mala que corresponde ao seu estilo, ao seu dia a dia e à forma como gosta de usar os seus acessórios. A melhor mala icónica não é necessariamente a mais rara nem a mais famosa: é aquela que vai querer usar vezes sem conta.

Os ícones da moda não se limitam a atravessar as décadas. Continuam a escrever a sua história, um visual de cada vez.

Um artigo de Julia Jimenez

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A poucos cliques da mala vintage de luxo perfeita!

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